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Juros elevados e devastadores para as finanças pessoais

Taxa média de juros cai em setembro para 6,91% ao mês, isto é, 122,96% ao ano


A taxa média geral de juros ao consumidor caiu de 6,94% ao mês, ou seja, 123,71% ao ano em agosto para 6,91%, isto é, 122,96% ao ano em setembro, segundo a pesquisa de juros da Anefac, realizada pelo nosso âncora Miguel José Ribeiro de Oliveira.

Dessa forma, os juros ao consumidor continuam extremamente elevados e devastadores para a economia e as finanças pessoais do brasileiro.

Com exceção do CDC – banco para financiamento de automóveis, as taxas de juros continuam extremamente elevadas ao consumidor. O cheque especial, o cartão de crédito e o empréstimo pessoal das financeiras continuam a cobrar taxas de juros absurdas. Confira.


A pesquisa atribui essas reduções aos seguintes fatores:

- Redução dos depósitos compulsórios promovida pelo Banco Central e que entraram em vigor em abril de 2018;
- Melhora do cenário econômico com crescimento da economia, o que reduz o risco da inadimplência;
- Taxas de juros e spreads em patamares elevados que possibilita redução delas, apesar da manutenção da Selic.

A pesquisa analisa o descompasso gigantesco entre a taxa de juros cobrados ao consumidor e a taxa Selic.

- Considerando todas as elevações e reduções da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central desde março de 2013 houve nesse período (março de 2013 a setembro de 2018), uma redução da Selic de 0,75 ponto percentual (redução de 10,34%) de 7,25% ao ano em março de 2013 para 6,50% ao ano em setembro de 2018.

- Neste período, a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma elevação de 34,99 pontos percentuais (elevação de 39,77%) de 87,97% ao ano em março de 2013 para 122,96% ao ano em setembro de 2018.

- Nas operações de crédito para pessoa jurídica houve uma elevação de 10,71 pontos percentuais (elevação de 24,58%) de 43,58% ao ano em março de 2013 para 54,29% ao ano em setembro de 2018.

Perspectivas

Nosso âncora Miguel Ribeiro de Oliveira também demonstra na pesquisa de juros as perspectivas para os próximos meses.


- Tendo em vista a melhora do cenário econômico com menor risco de crédito e o fato das atuais taxas de juros das operações de crédito estarem elevadas, a tendência é que as taxas de juros continuem sendo reduzidas nos próximos meses.

- Entretanto, frente às incertezas derivadas do quadro eleitoral que vem pressionando a cotação do dólar e os fatores externos notadamente o quadro econômico em algumas economias emergentes (Argentina, Turquia e África do Sul), bem como o fato do Banco Central ter sinalizado com elevação da taxa básica de juros frente a todos estes cenários, existe igualmente o risco das taxas de juros voltarem a ser elevadas nos próximos meses.

Pessoa Jurídica

Das linhas de crédito para empresas, todas reduziram suas taxas de juros no mês. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica foi reduzida de 3,72% ao mês (55,01% ao ano) em agosto de 2018 para 3,68% ao mês (54.29% ao ano) em setembro. Confira.


Para receber a íntegra da pesquisa de juros da Anefac, coordenada pelo nosso âncora, e tirar quaisquer dúvidas sobre o tema, envie seu pedido para ideia@vidaeconomica.com.br

12.10.18 12:54

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