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Três em cada quatro carros seminovos foram adquiridos por consórcio no primeiro quadrimestre

Participação nas vendas financiadas de motos seminovas quase duplica


Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, “uma das principais características do Sistema é a liberdade de escolha que o consorciado tem quando é contemplado".

O Sistema de Consórcios conta atualmente com pouco mais de 6 milhões de consorciados ativos no setor de automotores. Em função disso, vem evoluindo e se aprimorando, possibilitando ao consumidor fazer seu planejamento e escolher entre os vários modelos de veículos leves ou motos desejados, novos ou seminovos, por ocasião da contemplação por sorteio ou por lance.

Segundo a Fenauto - Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores, o primeiro quadrimestre deste ano do mercado de vendas de veículos seminovos e usados foi positivo em 5,1%, quando comparado ao mesmo período de 2017. Um avanço de 16,8% é apontado quando a comercialização de abril de 2018 é comparada com a do ano passado.

Com os dados divulgados pela B3 sobre os resultados do primeiro quadrimestre, é possível notar a evolução do crescimento da participação média mensal da modalidade do consórcio de automóvel no total dos negócios a prazo ocorridos nos últimos anos.

Enquanto em 2011 a presença era de 49,8%, em abril de 2018 atingiu 75,2%, registrando crescimento de 25,4 pontos percentuais. Paralelamente, nos veículos novos houve retração de 50,2% (2011) para 24,8% (abr/2018). Isto significa que a cada quatro automóveis adquiridos por meio de créditos concedidos por contemplações, três foram para compra de seminovos e um para o novo.


Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, “uma das principais características do Sistema é a liberdade de escolha que o consorciado tem quando é contemplado. Ao receber a informação de que dispõe de crédito para comprar seu carro zero, tem a possibilidade de adquirir o veículo desejado inicialmente, por ocasião da adesão, ou dar preferência a outro modelo, por exemplo, um seminovo mais equipado.”

Nos consórcios, há outras vantagens como custo final menor, prazos maiores, parcelas acessíveis ou ainda utilização de até 10% do crédito para custeio de tributos, transferências, documentação e seguro. “Um consorciado contemplado tem o poder de comprar à vista, semelhante àquele que tem dinheiro no bolso, o que possibilita a decisão pelo que mais lhe convier, inclusive com capacidade de barganha e obtenção de descontos”, completa Rossi.

Nos últimos anos, observa-se um perfil de consumidor mais consciente sobre como administrar suas finanças pessoais, situação que o faz considerar primeiro o seu orçamento e suas necessidades individuais ou familiares, consumindo com mais responsabilidade ao assumir novos compromissos, observando a essência da Educação Financeira.

No mercado das duas rodas comercializadas a prazo, o cenário dos mesmos oito anos é idêntico, porém em menor escala. Nos dados quadrimestrais da B3, o crescimento da participação média mensal dos consórcios na aquisição de motocicletas seminovas era de 5,1% em 2011, enquanto em abril deste ano chegou a 10%, quase duplicando a presença. Simultaneamente, nas novas registrou-se pequena retração, reduzindo o percentual de 94,9% (2011) para 90% (abr/2018).


Consórcios crescem nos negócios a prazo

Ao longo de quase oito anos, compreendidos entre 2011 até abril de 2018, notou-se o crescimento do interesse do consumidor em adquirir veículos leves, novos e seminovos por consórcio, fato que vem provocando maior participação da modalidade no volume de vendas parceladas contratadas.

No primeiro ano dessa análise (2011) a presença do mecanismo nos chamados automóveis ‘zero km’ era de 5,94%. No final do primeiro quadrimestre deste ano, alcançou 8,47%, com crescimento de 2,53 pontos percentuais.

Nos carros seminovos, a participação, que era 3,68% em 2011, quase triplicou ao atingir 9,92%, gerando alta de 6,24 pontos percentuais.


A mesma tendência foi registrada no mercado de motocicletas e motonetas novas e seminovas: nas motos ‘zero’, em 2011, havia 29,96% de negócios realizados, enquanto em abril chegou a 39,71%, uma diferença positiva de 9,75 pontos.

Entre as seminovas, em 2011, o percentual era de 12,45%, enquanto no mês passado pontuou 19,74%, um aumento de 7,29 pontos percentuais.



11.06.18 10:15

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