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Negócios de consórcios ultrapassam 8% de alta no fechamento do primeiro trimestre


Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, destaca "o crescente amadurecimento do consumidor frente às suas finanças pessoais. Trata-se de uma evolução que anima o Sistema em esperar bons resultados até dezembro, calcada na educação financeira".

Adesões superam 200 mil em março e batem recorde do ano

O fechamento do primeiro trimestre do Sistema de Consórcios apontou crescimento em todos os setores. No geral, a modalidade avançou 8,4% no total de vendas de novas cotas em comparação ao mesmo período de 2017. O acumulado chegou a 577 mil adesões (jan-mar/2018) versus 532,5 mil (jan-mar/2017). Só em março foram comercializadas 204 mil unidades, o recorde do ano.

Por decorrência, os negócios consorciais contratados ampliaram em 8,3% a somatória dos meses de janeiro a março, quando comparados ao mesmo trimestre do ano passado: alcançou R$ 22,14 bilhões (jan-mar/2018) contra R$ 20,45 bilhões (jan-mar/2017).

O tíquete médio do terceiro mês do ano mostrou redução de 4,2%, ao se retrair de R$ 40,2 mil, registrado em igual mês em 2017, para R$ 38,5 mil.

Com 61 dias úteis no trimestre, dois menos que os 63 trabalhados há doze meses, a média diária das adesões foi de 9,5 mil, sendo 11,8% maior que à anterior, de 8,5 mil. Entre março do ano passado e o atual, também houve expansão: em 2017 a média diária daquele mês era 7,7 mil, enquanto este ano apontou 9,7 mil.



Em março, o número de consorciados ativos voltou a mostrar estabilidade entre os 6,95 milhões de participantes deste ano em relação aos 6,97 milhões no mesmo período de 2017. O destaque foi o crescimento lento e gradual nos últimos seis meses. Enquanto em outubro último eram 6,86 milhões, atualmente são 1,3% mais (6,95 milhões).



A somatória das contemplações mostrou estabilidade ao ficar em 301,7 mil (jan-mar/2018), próxima às 302,7 mil passadas. Os valores correspondentes aos créditos concedidos, potencialmente injetados na economia em razão das contemplações acumuladas no trimestre, assinalaram crescimento de 6,5%. Enquanto no ano passado somavam R$ 9,62 bilhões (jan-mar/2017), este ano ultrapassaram R$10,25 bilhões, confirmando a contribuição do mecanismo para o desenvolvimento dos segmentos da indústria, comércio e prestação de serviços.


Economia deslancha gradativamente

Completados os três primeiros meses do ano, a recuperação da economia brasileira parece estar deslanchando gradativamente, como era de se esperar. Contudo, apesar do estado de expectativa, bem como com a indústria, comércio varejista e serviços terem apresentado resultados variando de -0,2% a +0,2%, a confiança na retomada segue acreditada. Os dados de emprego, especialmente as contratações com carteira assinada, tanto de março como do acumulado do trimestre inferiores aos mesmos períodos de 2017, porém positivas mês a mês no período, sinalizaram boas perspectivas para a efetiva recuperação.

"Nos negócios consorciais houve avanços, expressos inclusive com recorde mensal de vendas superior a 200 mil adesões em março, evidenciando o crescente número de decisões do consumidor em adquirir bens ou contratar serviços pela modalidade", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Sempre lembrando que 2018 será um ano atípico, face à realização da copa do mundo de futebol e às eleições, agravado por periódicas turbulências políticas, Rossi destaca "o crescente amadurecimento do consumidor frente às suas finanças pessoais. Trata-se de uma evolução que anima o Sistema em esperar bons resultados até dezembro, calcada na educação financeira".

Foi pensando nessa maturidade pessoal, familiar, ou até mesmo empresarial, que a ABAC, dentro do espírito da cidadania financeira e incentivada pelo Banco Central em sua agenda BC+, lançou a cartilha "NA CORDA BAMBA - COMO A EDUCAÇÃO FINANCEIRA PODE MELHORAR SUA VIDA, "uma publicação digital dirigida aos que planejam e administram com responsabilidade o orçamento, utilizando, em muitas oportunidades, o consórcio para realização de objetivos", completa Rossi.

Vendas de novas cotas – 2018 X 2017

O resultado global e os setoriais das vendas de novas cotas no primeiro trimestre confirmaram a continuidade da procura do consumidor pelo consórcio, seja na aquisição de bens imóveis ou móveis duráveis ou na contratação de serviços com diversas finalidades.

As performances setoriais apontaram 266,3 mil novas cotas vendidas de veículos leves, 227,5 mil de motocicletas, 55,5 mil de imóveis, 10,9 mil de veículos pesados, 10,2 mil de serviços e 6,7 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, totalizando 577 mil adesões.

Esses volumes geraram crescimento em todos os setores: serviços (78,9%), eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis (72,7%), veículos pesados (21,1%), imóveis (8%) e veículos leves (4,6%). Ao confirmar a recuperação de 2,8% observada no mês de fevereiro, o setor de motocicletas e motonetas voltou a expandir o volume de adesões com alta de 9,4%.


Patrimônio líquido cresce mais de 110% e ativos aumentam quase 70% em seis anos

Nos últimos seis anos, o Sistema de Consórcios registrou crescimento de 110,2% no Patrimônio Líquido Ajustado (PLA), soma do capital mais reservas, das administradoras de consórcios. Segundo dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil, a evolução partiu de R$ 5,80 bilhões em dezembro de 2012 atingindo R$ 12,19 bilhões no final de 2017, em valores correntes anuais.

Na comparação dos resultados do PLA de 2017 versus 2016, houve alta de 26,8%, resultado do avanço de R$ 9,61 bilhões para R$ 12,19 bilhões.


Paralelamente, os Ativos Administrados (AA) dos grupos de consórcios em andamento, soma dos recebíveis e das disponibilidades e aplicações financeiras, mostraram avanço de 67,5% nos mesmos seis anos. De R$ 123 bilhões no final de 2012 chegou aos R$ 206 bilhões em dezembro do ano passado, em valores correntes à época.

Também o balanço dessas contas dos consórcios, fechado no final do ano passado, apresentou valores superiores aos alcançados em 2016. No total de R$ 206 bilhões houve evolução de 11,9% sobre os R$ 184 bilhões registrados anteriormente.

Para Rossi, "o crescimento constante dos indicadores, tanto do Patrimônio Líquido Ajustado como o dos Ativos Administrados, ratifica a segurança e a liquidez do mecanismo, mesmo atravessando diversos períodos de turbulência na economia nacional, o que, mais uma vez, confirma a confiança do consumidor no Sistema, ano após ano".

A arrecadação de tributos e as contribuições sociais pelas administradoras de consórcios acompanharam o avanço das atividades consorciais, apontando mais 8,2% na comparação entre 2017 sobre 2016. No ano passado, o volume atingiu R$ 2,65 bilhões contra R$ 2,45 bilhões de um ano antes.


30.05.18 15:50

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