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Em agosto, consórcios batem novamente recorde de vendas em agosto

Volume de negócios ultrapassa R$ 63 bilhões e cresce 26,2%
em relação ao ano passado

Adesões superam 1,5 milhão em oito meses


"O aumento das adesões, anotado mês após mês desde janeiro, aliado às altas dos créditos comercializados e do tíquete mensal, ratificam a grande procura pelo mecanismo em 2017, sinalizando comportamento consciente do consumidor", esclarece Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.

O Sistema de Consórcios voltou a bater recorde de vendas de novas cotas no ano. Com o total de 216,5 mil adesões, a modalidade sustentou em agosto o ritmo de crescimento registrado nos sete meses anteriores. O acumulado dos oito primeiros meses atingiu 1,520 milhão de unidades com 7,1% de alta sobre as 1,419 milhão registradas no mesmo período em 2016.

Novamente, os maiores volumes de vendas mensal por setor foram: veículos leves com 105 mil; imóveis com 28,5 mil; veículos pesados com 6,15 mil, serviços com 3,5 mil e eletroeletrônicos com 2,35 mil cotas, que representaram no aumento total do mecanismo.

Os créditos comercializados relativos às adesões atingiram R$ 63,47 bilhões (jan-ago/2017), 26,2% maior que os R$ 50,29 bilhões apurados no mesmo período de 2016. O tíquete médio de R$ 46,8 mil de agosto, também recorde do ano, foi 33,7% superior que os R$ 35,0 mil do mesmo mês no ano passado.

"O aumento das adesões, anotado mês após mês desde janeiro, aliado às altas dos créditos comercializados e do tíquete mensal, ratificam a grande procura pelo mecanismo em 2017, sinalizando comportamento consciente do consumidor", esclarece Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Nos três indicadores analisados nota-se que todos expressam altas constantes, resultado da consciência sobre a essência da educação financeira aplicada na gestão das finanças pessoais ou familiares".

Paralelamente, enquanto os indicadores de vendas avançaram, os de contemplações se retraíram. Nos oito primeiros meses, o acumulado de 808,6 mil consorciados contemplados foi 6,7% menor que os 867 mil da mesma época de um ano antes. Nos correspondentes créditos concedidos, foi observada estabilidade entre os R$ 26,06 bilhões de 2017 em relação aos R$ 26,30 bilhões de 2016.

Apesar da alta na comercialização de novas cotas, o volume de consorciados ativos permaneceu estável em relação à média anual de 6,93 milhões de participantes e fechou em 6,88 milhões (ago/2017), 1,7% inferior aos 7 milhões anteriores (ago/2016).

A somatória das adesões de agosto, mais uma vez, foi expressiva em cinco dos seis setores onde o consórcio está presente, inclusive com recorde mensal do ano em todos: veículos automotores leves e pesados, imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis. O maior percentual foi no de serviços, com alta de 90%. A seguir vieram eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis com 36,7%; imóveis com 17,9%; veículos leves com 14,3%; e veículos pesados com 12%. O setor de motocicletas e motonetas registrou retração de - 5,3%.

"Em razão da gradual recuperação sentida em vários setores da economia, o Sistema de Consórcios tem denotado saldo positivo há 16 meses (desde maio do ano passado), o que, além de ser fator de reativação dos negócios nos diversos elos da cadeia produtiva, comprova o quanto os consumidores que desejam adquirir bens ou contratar serviços têm optado pela modalidade, economizando e gerenciando com responsabilidade suas finanças", diz Rossi.


Planejamento do futuro

O crescimento constante das adesões às cotas de consórcio pode ser explicado também pelo maior entendimento do consumidor sobre a essência da educação financeira, que planeja o futuro por meio da modalidade e assume compromissos dentro de suas capacidades financeiras.

O aumento de 15 pontos percentuais no volume de consumidores que planejaram a adesão ao consórcio é a confirmação de que os interessados vêm programando a aquisição de bens e a contratação de serviços, pensando nos próximos anos. No registro, o salto de 67% (2016) para 82% (2017) ratifica a mudança positiva e responsável de comportamento na gestão de consumo.


Perspectivas até o final do ano

A economia, seguindo sua tendência de recuperação, pode ser exemplificada pelo IMC Indicador de Movimento do Comércio, que registrou desempenho positivo de 2,2% nas vendas do varejo quando comparado a julho, na análise com ajuste sazonal, de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).

Também a indústria, apesar da retomada lenta no início do segundo semestre, indicou estar se consolidando em um processo de reativação da atividade econômica, segundo o IEDI Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial. Os destaques ficaram por conta de 16 setores em 24 que registraram crescimento.

"Ao vivenciar uma inflação estável e com indicadores da economia apontando tendência de crescimento, o consumidor tem mudado seu comportamento e optado pelo consórcio como forma de investir com responsabilidade. Ao utilizar os conhecimentos sobre educação financeira para gerir melhor suas finanças pessoais, tem também assumido compromissos financeiros dentro de seu orçamento", diz Rossi. "Com isso", continua, "depois de oito meses de crescimento, acreditamos que o Sistema de Consórcios possa fechar 2017 expandindo os negócios, desde que o ritmo econômico presente se mantenha".

Novos recordes

Em agosto, as adesões mensais registraram novos recordes no ano. As 216,5 mil vendas propiciaram o avanço da média dos oito primeiros meses para 189,9 mil, 7% maior que a de 177,4 mil apontada no mesmo período do ano passado, reafirmando a procura crescente pela modalidade.


O tíquete médio mensal também anotou alta e saltou de R$ 36,8 mil em janeiro deste ano para R$ 46,8 mil em agosto último, recorde de crescimento com 27,2%. No ano passado, a evolução foi de R$ 33,6 mil (janeiro) para R$ 35 mil (agosto), com aumento de 4,2%.

A diferença verificada entre as médias registradas no oitavo mês de cada período foi positiva em R$ 11,8 mil, com a de 2017 maior que a de 2016, em razão da alta do tíquete médio de motocicletas.


O volume de R$ 10,15 bilhões em créditos comercializados bateu o recorde do ano. Entre o total de cada mês, de janeiro a agosto, houve alta de 56,9% sobre os R$ 6,47 bilhões iniciais. No mesmo período em 2016, a alta foi de 36,2%, relativa ao aumento de R$ 5,67 bilhões para R$ 7,72 bilhões. Na comparação entre as somas dos meses de agosto de cada ano, 2017 levou vantagem de 31,5% sobre a do ano passado.


Confiança e credibilidade

No fechamento semestral do Sistema de Consórcios, o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) - soma do capital mais reservas das administradoras de consórcios - cresceu 22,6% sobre o mesmo período do ano passado. De acordo com dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil, a evolução partiu de R$ 8,55 bilhões em junho de 2016 e chegou a R$ 10,48 bilhões no mesmo mês deste ano.

Também os Ativos Administrados (AA) - soma dos recebíveis e das disponibilidades e aplicações financeiras - dos grupos de consórcios em andamento, avançaram 10,5% no mesmo período: de R$ 172 bilhões, atingiu R$ 190 bilhões.

Segundo o presidente executivo da ABAC, "as altas nos dois indicadores comprovam a segurança e a liquidez do Sistema, apesar de ainda vivenciarmos períodos de turbulência na política e na economia, com dados que revelam a confiança do consumidor e a credibilidade do mecanismo".

O crescimento dos negócios propiciou maior arrecadação de tributos e das contribuições sociais pelas administradoras de consórcios, ao anotar 10,7% mais na relação 2017 sobre 2016. Em junho último, o total alcançou R$ 1,34 bilhões versus R$ 1,21 bilhões contabilizados há um ano.

23.10.17 18:01

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